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Ministro da Defesa na abertura do ano letivo do Instituto da Defesa Nacional

João Gomes Cravinho reforçou a importância da reforma continua da estrutura superior das Forças Armadas de forma a garantir respostas integradas, holísticas e cada vez mais conjuntas

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10 de novembro de 2021 - Fonte: IDN

João Gomes Cravinho afirmou esta quarta-feira, na abertura do ano letivo do Instituto da Defesa Nacional, que é preciso continuar a implementar a reforma da estrutura superior das Forças Armadas de forma a garantir respostas integradas, holísticas e cada vez mais conjuntas, porque essa organização “deve corresponder aos desafios do futuro e não às saudades do passado".

Na cerimónia, o Ministro referiu que as novas ameaças multidimensionais, transnacionais e híbridas, e os mecanismos das Forças Armadas na resposta a emergências complexas, como a pandemia, vieram demonstrar que “não era já sustentável uma organização em que eram ainda visíveis raízes na longínqua guerra colonial".

Com elogios ao trabalho que tem sido desenvolvido pelo Instituto da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho apontou algumas linhas de ação que devem continuar a merecer a atenção do IDN e do conjunto da Defesa Nacional.

Para o governante, é fundamental continuar a acompanhar o impacto das tecnologias emergentes e disruptivas no campo da defesa, nomeadamente na forma como transformam as capacidades militares e as operações. “Isto por sua vez tem de ter consequências na formulação das nossas políticas de defesa, nomeadamente da revisão da nossa programação militar", afirmou.

A manutenção e o reforço das parcerias estratégicas de Portugal no âmbito da NATO e da União Europeia, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e ao nível bilateral, em particular no espaço atlântico, mediterrânico e ibero-americano, são também dimensões prioritárias para João Gomes Cravinho.

O Ministro reafirmou também importância na consolidação da aposta nas pessoas, no seu recrutamento, retenção e profissionalização nos 3 ramos das Forças Armadas, “já com resultados visíveis nestes últimos dois anos", destacando neste âmbito a implementação dos Planos para a Profissionalização do Serviço Militar e para a Igualdade, aprovados em 2019.

“É um caderno de encargos ambicioso, mas absolutamente necessário", reconheceu João Gomes Cravinho, referindo que exigirá um investimento nos Recursos Humanos do Instituto de Defesa Nacional, algo que é também um investimento num “importante ativo estratégico nacional". 

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