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Ministro da Defesa Nacional acompanha trabalho desenvolvido pelas Forças Armadas no combate à COVID- 19 no Alentejo

​​O Ministro da Defesa Nacional esteve esta terça-feira com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional no Alentejo a acompanhar os trabalhos que estão a ser realizados pelas forças armadas em cooperação com entidades locais no combate à COVID-19.

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28 de abril de 2020

​​O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, esteve esta terça-feira com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, no Alentejo a acompanhar os trabalhos que estão a ser realizados pelas forças armadas em cooperação com entidades locais, diretamente envolvidas no combate à COVID-19. 

Durante a manhã, em Évora, o ministro classificou como “caso exemplar" a estreita articulação entre o Hospital do Espírito Santo e o Centro Militar de Saúde no reforço da capacidade de tratamento de doentes com COVID, e realçou o “tremendo espírito de cooperação" atualmente existente entre as forças armadas, os poderes autárquicos e a Administração Regional de Saúde do Alentejo. 

O Centro Militar de Saúde de Évora, que acolhe atualmente 8 doentes não-COVID numa capacidade que poderá ser estendida até às 20 camas, é uma das várias unidades disponibilizadas pelas Forças Armadas naquela região para apoio ao combate à COVID-19. 

Em Beja, tanto o Exército, através do Regimento de Infantaria n.º 1, como a Força Aérea, através da Base Aérea n.º 11, disponibilizam dois centros de acolhimento com capacidade de 59 e 76 camas, respetivamente, que serão ativados “apenas se forem necessários". 

Para o Ministro da Defesa Nacional é “fundamental" que as forças armadas, que já têm atualmente 1250 camas disponíveis – com possibilidade de aumento até às 2300, tenham estes meios, que servem de “retaguarda essencial" não só à Saúde, como à Segurança Social e, muito em breve, à Educação. 

A partir de amanhã as forças armadas terão 90 equipas, constituídas por mais de 400 militares do Exército, Marinha e Força Aérea, envolvidas na desinfeção de escolas por todo o país e na “criação de condições de tranquilidade para que a Educação possa fazer o seu trabalho", afirma Gomes Cravinho. 

O plano, que está a ser trabalhado em conjunto com o Ministério da Educação, concentra numa primeira fase intervenções prioritárias em escolas que tenham tido utilização contínua e nas que, em breve, serão reativadas para as aulas do 11.º e 12.º anos, passando mais tarde para outros estabelecimentos de ensino menos prioritários ou que tenham tido uma carga viral menor.


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