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KC-390 ganham asas no Brasil com produção em Portugal

O Ministro da Defesa Nacional visitou a unidade da Embraer onde as cinco aeronaves KC-390 Millennium, destinadas à Força Aérea Portuguesa, vão ter a montagem final.

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07 de fevereiro de 2020

​O Ministro da Defesa Nacional visitou a unidade da Embraer onde as cinco aeronaves KC-390 Millennium, destinadas à Força Aérea Portuguesa, vão ter a montagem final.

Durante a deslocação à fábrica de Gavião Peixoto, João Gomes Cravinho teve oportunidade de tomar conhecimento sobre a forma como a Força Aérea está a trabalhar com a Embraer para o aperfeiçoamento ds aeronaves para aquela que será a sua utilização.

Depois de ter entrado num protótipo do avião, declarou que "é muito entusiasmante poder entrar agora num KC-390. Nós estamos aqui com uma postura de clientes, mas sobretudo com uma postura de parceiros". Também o Presidente da Embraer Segurança & Defesa, Jackson Schneider, que acompanhou a comitiva portuguesa, sublinhou: "Portugal é um importante parceiro da Embraer na área de Defesa".

O Ministro da Defesa recordou que há "todo um histórico de envolvimento de parceria" entre a empresa brasileira e a engenharia portuguesa, presente "no desenvolvimento desta aeronave inovadora". Nas duas empresas da Embraer em Portugal (Évora), são produzidas para o KC-390 as maiores peças em alumínio e em fibra de carbono dos 50 anos da história da empresa brasileira, entre elas o revestimento da asa e o estabiizador vertical. Em Gavião Peixoto, foi possível observar peças destinadas ao primeiro dos cinco aviões que serão entregues à Força Aérea Portuguesa e que começa a ganhar forma na fábrica que fica a cerca de 400 quilómetros de São Paulo.

O Ministro da Defesa destacou ainda o duplo uso dos aviões militares cujos contratos foram assinados no ano passado, em Portugal: "eu diria até multiuso. Estas aeronaves são primordialmente para fins militares, mas também para transporte de emergência, para casos de evacuação humanitária, para combater incêndios ou para acorrer a uma catástrofe", acrescentando que "corresponde precisamente àquilo que precisamos e que designámos como importante na nossa Lei de Programação Militar".

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