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Entrega do Prémio Defesa Nacional

O galardão anual instituído para premiar trabalhos dedicados ao estudo e à divulgação de feitos e grandes vultos da história militar portuguesa, foi entregue pelo Ministro da Defesa Nacional na Sessão de Abertura do 28º Colóquio de História Militar.

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12 de novembro de 2019

​Gonçalo Couceiro Feio e Mendo Castro Henriques foram distinguidos com o Prémio Defesa Nacional 2018, pelas investigações realizadas no âmbito da história militar portuguesa. O estudo sobre o ensino e aprendizagem militares em Portugal e no Império, entre os reinados de D. Manuel I e Felipe II, bem como a investigação relacionada com a invasão de França e o contributo do Exército anglo-luso para a derrota de Napoleão, mereceram a preferência do júri. 

O galardão anual instituído desde 1991 para premiar trabalhos dedicados ao estudo e à divulgação de feitos e grandes vultos da história militar portuguesa, foi entregue pelo Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, na Sessão de Abertura do 28º Colóquio de História Militar, que decorreu no dia 11 de novembro, em Lisboa.

João Gomes Cravinho deixou uma palavra de reconhecimento à Comissão Portuguesa de História Militar pela organização deste congresso, que o Ministro considera “um contributo da maior relevância para conhecer melhor a Defesa Nacional”. Na sua intervenção, Gomes Cravinho sublinhou que “na sua interação com a Europa e o Mundo, a história de Portugal abre perspetivas para entender o país e o globo”.

O Ministro da Defesa Nacional falou ainda sobre o tema escolhido para a edição deste ano, centrada no período entre o Armistício e a Ditadura Militar. Para João Gomes Cravinho, “essas reflexões são cruciais para melhor compreendermos os nossos tempos e os caminhos que outros já trilharam.”

​O Ministro afirma que “Hoje, em democracia, estão sanadas as dificuldades desse e doutros períodos subsequentes, e o poder político e militar têm os seus espaços de atuação perfeitamente delimitados pela Constituição da República. Isso permite-nos dar garantias aos portugueses quanto ao bom enquadramento das Forças Armadas nos mecanismos, instituições e processos democráticos do nosso país”.

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