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Defesa Nacional apresenta novo plano para a igualdade de género

“Colocar as pessoas primeiro” é o mote do Plano Setorial de Defesa Nacional para a Igualdade 2022-2025

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20 de setembro de 2022

​​Foi hoje apresentado o Plano Setorial de Defesa Nacional para a Igualdade 2022-2025 (PSDNI 2022-2025), numa cerimónia que teve lugar na Cordoaria Nacional, presidida pela Ministra da Defesa Nacional (MDN), Helena Carreiras, e que contou com a participação da Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes.

“Colocar as pessoas primeiro". É este o mote que esteve na base do novo Plano, que segue o plano anterior, 2019-2021, mantendo os quatro eixos de ação -  Igualdade; Conciliação; Formação e Agenda Mulheres, Paz e Segurança. 


Os novos desafios para a Igualdade

O Plano Setorial de Defesa Nacional para a Igualdade 2022-2025, contempla a implementação de um total de 47 medidas, assumindo os seguintes objetivos estratégicos para o quadriénio:

  • A institucionalização da perspetiva de género, garantindo que esta é efetivamente integrada em todos os processos relevantes, nomeadamente ao nível da análise, desenvolvimento, execução e avaliação da política de Defesa Nacional;
  • A promoção da igualdade e da não-discriminação, enquanto condição para a construção de uma Defesa sustentável, que realiza efetivamente os direitos humanos e que assegura plenamente a participação de todas as pessoas;
  •  A promoção da participação das mulheres, garantindo, através da capacitação, a sua participação, em termos igualitários, no acesso a todos os níveis da tomada de decisão e, no caso particular das Forças Armadas, a sua participação na componente operacional;
  • A promoção da conciliação da vida profissional, pessoal e familiar e dos direitos de proteção na parentalidade, enquanto condição para uma efetiva igualdade entre homens e mulheres, com vista à realização de escolhas livres em todas as esferas da vida.

Nas palavras de Helena Carreiras, o Gabinete da Igualdade do Ministério da Defesa Nacional é, e continuará a ser, o “veículo mais consequente para alavancar todo este trabalho" e para “encontrar as melhores soluções, identificar as melhores práticas e desenhar as melhores políticas nesta matéria".

Com este novo Plano, a Defesa Nacional pretende continuar a afirmar-se como uma instituição líder e de referência em matéria de igualdade entre mulheres e homens e de não-discriminação. A diversidade é, neste contexto, valorizada e entendida como fator crítico para a inovação, para a liderança e para a resiliência. A Ministra da Defesa Nacional terminou a sua intervenção afirmando que “uma política de Defesa que promova a igualdade de género e a implementação da Agenda Mulheres, Paz e Segurança é uma política que nos desafia a repensar como se gera segurança".


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