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Arranque do Centro para a Defesa do Atlântico

A inclusão, a construção de confiança e a consolidação da segurança no mar são algumas das prioridades apontadas para a missão do CeDA, num seminário internacional que juntou no dia 21 de novembro, em Lisboa, cerca de 30 especialistas de 15 países.

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22 de novembro de 2019

​A inclusão, a construção de confiança e a consolidação da segurança no mar são algumas das prioridades apontadas para a missão do Centro para a Defesa do Atlântico (CeDA), num seminário internacional que juntou no dia 21 de novembro, em Lisboa, cerca de 30 especialistas de 15 países.

O encontro no Instituto de Defesa Nacional marcou o arranque do novo Centro e serviu sobretudo para auscultar opiniões, ideias e preocupações de outros países, como contributos essenciais ao desenvolvimento da nova plataforma multinacional.

Ambiente, alterações climáticas e insegurança no Golfo da Guiné, foram alguns dos assuntos abordados pelos participantes no evento, que teve como convidado de honra o Ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e Integração Africana do Togo, Robert Dussey.

O encerramento do seminário ficou a cargo do Ministro da Defesa Nacional, que salientou a importância das parcerias internacionais para dar respostas conjuntas e mais eficazes a problemas como os extremismos, a violência, catástrofes naturais e atividades ilícitas no mar. “Queremos que tenham todos um papel ativo, seja como participantes, formandos ou formadores", afirmou.

João Gomes Cravinho revelou que as primeiras atividades de formação do Centro para a Defesa do Atlântico estão programadas para o primeiro semestre de 2020, na Base das Lajes, nos Açores, “uma localização de grande importância estratégica".

Em jeito de balanço, o Ministro afirmou ainda que o seminário desta quinta-feira foi um sucesso e um passo importante na definição de estratégias de trabalho do novo Centro.

As principais conclusões do seminário que marcou o arranque do Centro para a Defesa do Atlântico serão posteriormente publicadas.

Desenvolvida desde 2018, a participação de Portugal na promoção e acolhimento do Centro para a Defesa do Atlântico, reafirma o contributo estratégico do país para a consolidação do papel do Oceano Atlântico como espaço de diálogo, liberdade e segurança.​

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