Ir para o conteúdo principal

Hospital das Forças Armadas reforça capacidade de internamento para doentes Covid-19

O polo de Lisboa do HFAR passará a contar com as valências de um hospital de campanha nas suas instalações, em que serão ativadas mais 30 camas de internamento em enfermaria e 2 em cuidados intensivos, destinadas a utentes do SNS

Portal da Defesa na InternetInícioComunicaçãoNotíciasHospital das Forças Armadas reforça capacidade de internamento para doentes Covid-19
11 de janeiro de 2021

​O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho e a Ministra da Saúde, Marta Temido, visitaram hoje o polo de Lisboa do Hospital das Forças Armadas (HFAR), que aumentou a sua capacidade de internamento de doentes com Covid-19, provenientes do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Com a entrada em funcionamento, a partir de hoje, das valências de um hospital de campanha nas suas instalações, o polo de Lisboa do HFAR passará a contar com mais 30 camas de internamento em enfermaria e 2 em cuidados intensivos, destinadas a utentes do SNS.

Para fazer face a este aumento da capacidade instalada, o HFAR reforça também as suas equipas de profissionais de saúde, passando a contar com mais quatro médicos, 23 enfermeiros e 22 assistentes operacionais/socorristas, provenientes dos diferentes Ramos das Forças Armadas.

Em declarações à imprensa, a Ministra da Saúde afirmou que “esta ajuda das Forças Armadas é essencial para o SNS", referindo a colaboração ativa dos dois polos do Hospital das Forças Armadas “desde a primeira hora".  Questionado sobre a possibilidade de aumento do apoio das Forças Armadas ao SNS, João Gomes Cravinho sublinhou que “temos muita capacidade ainda não utilizada em termos dos espaços de retaguarda, um pouco por todo o país, nas várias unidades", referindo-se às cerca de 840 camas disponíveis nos centros de acolhimento constituídos em várias unidades militares.

Há espaços de retaguarda “montados em vários locais" como por exemplo, “na Base Naval [Alfeite], que comportarão a possibilidade de receber doentes em muito maior número, sobretudo doentes que não precisem de cuidados médicos muito intensivos», lembrando que “até agora, não tem sido necessário ou apenas em muito pequena escala, mas isso poderá obviamente aumentar se vier a ser necessário, dependendo do grau de esgotamento de outras capacidades do SNS".

Nos últimos dias, o Ministro da Defesa deu instruções ao Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) para que aumente o nível de prontidão das estruturas de apoio de retaguarda militares, nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.​

Galeria de Imagens

​​

Partilhar
Conteúdo