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Inauguração da instalação “I.mer.são” sobre a missão da Polícia Marítima na Grécia

A instalação "I.mer.são", resulta de um trabalho que o jornalista da RTP David Araújo, desenvolveu em Lesbos, na Grécia, junto dos elementos da Polícia Marítima e que pretende dar a conhecer o trabalho desenvolvido por estes elementos

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11 de janeiro de 2020

​O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acompanhado pelo Secretário de Estado Adjunto da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, e pela Secretária de Estado dos Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento Castro, inaugurou a instalação “I.mer.são”, sobre a missão da Polícia Marítima na Grécia, no Museu de Marinha, em Lisboa.
 
A inauguração contou também com a presença do Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, Almirante António Mendes Calado, do Comandante-geral da Polícia Marítima, Vice-almirante Luís Sousa Pereira, bem como alguns dos agentes da Polícia Marítima que têm participado nestas operações.
 
A instalação "I.mer.são", resulta de um trabalho que o jornalista da Rádio e Televisão de Portugal (RTP), David Araújo, desenvolveu em Lesbos, na Grécia, junto dos elementos da Polícia Marítima e que pretende dar a conhecer o trabalho desenvolvido por estes elementos. Uma visão de das condições e da realidade em que se encontram os migrantes que arriscam a travessia entre a Turquia e a Grécia, rumo à Europa.
 
Além de fotografias e vídeos sobre a atuação da Polícia Marítima, é também dada a conhecer a história de alguns dos migrantes que se encontram no maior Campo de Refugiados da Europa, o Campo de Mória, em Lesbos, sendo possível observar alguns dos materiais que os migrantes transportam durante a travessia para a Grécia.
 
O repórter de imagem David Araújo, mentor deste projeto, acompanhou a missão portuguesa, em
agosto passado, levando consigo uma máquina fotográfica. Da complementaridade entre a fotografia, a imagem vídeo e o som, que reproduz  a sonoridade do mar a embater nos botes salva-vidas, resultou esta instalação, onde marcam também presença objetos do quotidiano que estes migrantes transportam na travessia, como coletes, mantas térmicas, roupa e calçado.
 
À entrada da exposição, quase em completa escuridão, é entregue aos visitantes uma lanterna para que possam visualizar da melhor forma os trabalhos expostos. A ideia é recriar o ambiente destes momentos dramáticos, muitos dos quais ocorrem durante a noite. Os visitantes são “transportados” para esse cenário, que pretende  levá-los a "imergir" no mundo que David Araújo vivenciou na Grécia.

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